Com elegância pode

11 de abril de 2017 § 6 Comentários

Nunca me sinto na obrigação de falar bem ou fazer merchand só porque recebi um produto ou fui convidada por um restaurante (aliás eu prefiro pagar minha conta), eu não poderia, mas apesar de ainda não ter provado foi bom demais ter recebido em casa (não sei como eles conseguem meu endereço) duas garrafas de vinho d’Douro – a mais antiga região demarcada do mundo, de onde saem os vinhos com Denominação de Origem Controlada (DOC) – gentilmente enviados pelos produtores da Quinta Maria Izabel.

A agência trabalhou certo, os rótulos e embalagem são elegantes e o bem escrito release em formato papiro é muito instrutivo e instigante. Tanto que já parti para uma rápida pesquisa de harmonização e vou para a cozinha logo mais à noite para tratar de experimenta-los em boa companhia. E apesar de não ser expert no assunto, sei sobre o que sinto e logo compartilho a experiência no blog, torcendo para que possa indica-los.

Parabéns pela elegância do envio sem remetente ou códigos inconvenientes do tipo “sugestão de pauta”.

Chiques. Gosto.

§ 6 Respostas para Com elegância pode

  • Eliana disse:

    Dizem que vinho bom, é vinho tomado, que agrada ao paladar. Eu não entendo nada, mas se me agrada ao paladar e me conforta…tá valendo! Espero que seja degustado lindamente e, sabendo da sua criatividade, fará um baquete para acompanhar a taça! Bjs

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  • wania disse:

    Olá! O seu Guia para comer em Salvador está atualizado?Ficarei em Salvador entre 28 de abril e e 3 de maio e gostaria de obter algumas dicas. Obrigada!

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    • Katita disse:

      Wania, definitivamente não está. Acho até que vou oculta-lo porque é muito arriscado sugerir lugares de comer, pois a qualidade varia de um dia para o outro, quiçá de um ano para o outro.
      Mas eu recomendo o Paraíso Tropical (baiana com acento e assinatura forte da terra do sítio/pomar do chef), o Dona Mariquita (a melhor afrobaiana e recôncavo), o Larriquerri (internacional e dos poucos pilotados por uma mulher em Salvador), a Casa Vidal (mediterrânea), a Casa Lisboa, o Gibão de Couro e a Porteira do Dique do Tororó (melhores sertanejas) e o Amado (contemporânea com vista absurda). Poderia passar o dia aumentando essa lista, mas acho que fica uma boa colaboração.
      Me diz depois!
      Beijo e seja feliz,
      K.

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  • Lilian Danciger disse:

    Com vinho português, dificilmente se erra em termos de qualidade. Esse eu não conheço, deve estar chegando no mercado. Vc poderia me dizer quais são as castas utilizadas em ambos?
    E boa harmonização. Vinho português sempre pede comida. Hummm…

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    • Katita disse:

      Oi Lilian, posso sim.

      São 18 castas. Para o tinto: touriga nacional, tinta barroca, touriga franca, tinta roriz, sousão, tinta amarela, mistura tinto, tinta francisca, tinto cão, touriga fêmea. Para o branco: chadornnay, viognier, mistura branco, viosinho, códega do larinho, gewurztraminer e rabigato.

      Sim, são produzidos por empresários brasileiros em terras portuguesas e estão chegando no mercado. Logo publico as minhas impressões por aqui. Nenhuma crítica especializada, porém, mas sensações.

      Abraços,
      K.

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