Caçarola de Frango com couve e ervilhas frescas (e uma ponta de salaminho catalão que tinha aqui!)

15 de julho de 2014 § 14 Comentários

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Bem, a minha alimentação tem mudado com o tempo, com a idade e a maturidade dos sentidos. Porque não como farinha branca e arroz branco há quase um mês, vocês vão perceber a presença forte dos integrais, cereais, verduras e proteínas. Não é religião, não é drástico, se definitivo não sei. Só sei que estou curtindo. Muito. Certa vez eu disse aqui que me sentia linda quando comia peixe. É mais ou menos isso, só que elevado ao cubo.

Isso me aproxima um pouco mais dos europeus, especialmente os mediterrâneos (incluindo a Grécia européia) e, principalmente, a França provençal.

Para esta caçarola eu usei dois peitos de frango temperados com a misturinha incrível da amiga Lívia Palma (que leva muitas ervas e especiarias), mas você pode temperar com sal, pimenta do reino, alho e ervas frescas macerados no pilão + sumo de 1 limão bem grandão. Envolva os peitos e deixe maturar por, pelo menos, duas horas.

Aqueci a minha caçarola de ferro com um fio de azeite e deitei os peitos para selá-los, reservando o caldo da marinada. Fritei bem, somei um pouco d´água à sobra do caldo da marinada e devolvi à panela para cozinhar um pouco com a panela tampada para a carninha ficar bem macia por dentro e douradinha por fora. Quando cozinhou e reduziu, retirei do fogo, guardei os peitos no forno, coei e reservei o caldo da panela. Naquele fundinho enferrujado, deitei uma boa quantidade de azeite de oliva extravirgem, um galho grande de alecrim fresco, uns dois de tomilho e um dente de alho grande quebrado com um soquinho, porém inteiro. Deixei refogar bem, pinguei um pouco de vinho branco seco, e deixei evaporar o álcool para somar um buquê de couve cortada em tiras e 400g de ervilhas frescas congeladas escorridas (contrasenso?). Refogou, eu abri um espaço no meio da panela, deitei os peitos dourados de volta e cobri tudo com a sobra do caldo coado, só para dar aquela boa e velha misturada. Tapei a panela para um bom entendimento entre todas as partes, e na hora de servir, distribui rodelinhas de um salaminho catalão que tinha aqui (adoro isso de misturar ave com carne suína) por cima e misturei, que embutidos curados não se cozinha (lição que aprendi com uma leitora há muitos anos atrás quando inventei de colocar pastrami num refogado. Erros crassos que não se repetem mais!).

Prato único ontem aqui em casa, que vou repetir muito, já sei. Endoidei com esse trem!

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