Traumas católicos

20 de janeiro de 2014 § 33 Comentários

pao

“Derna” de miúda que minha mãe socou na minha cabeça que não podia jogar pão fora, que era pecado. E eu sempre me senti subjugada por Ele – o pão, no caso. E por mais que eu compre pão muito racionalmente, não raro sobra um (especialmente quando ela, a maluca do pão, passa por aqui), que fica ali durão dentro daquele saco pardo ocupando espaço no meu armário e na minha vida. Para acabar com essa agonia, com essa necessidade de dar providência a esses pães duros que me acompanharam por toda a vida, e adiantar o meu lado, foi um tal de inventar receita e função pra pão véio, que valha-me Nossa Senhora do Carboidrato! Era pudim, era farinha de rosca que ninguém dava vencimento, era torrada, era fatia de parida, era vatapá, era papa com leite para o cachorro, e o diabo a quatro!

Só que eu cansei, viu? Que nada! Aonde, que eu vou viver esse inferno por causa de um pão duro, minha gente? Praticamente uma arma letal em casa (o Senhor não há de querer compactuar com isso).

Hoje é um dia muito importante para mim: acabo de jogar um pão duro no lixo e me libertar de mais uma maluquice católica. E eu não estou falando de desperdício, okaaaaaaaaay?

Ufa!

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